terça-feira, 10 de junho de 2014

Entrevista ao Site Bahia Notícias

Caros vejam uma entrevista minha a um dos maiores sites de Notícias do Estado.


Ronaldo Santos

por Evilásio Júnior e Lucas Cunha | Fotos: Júlia Belas | Bahia Notícias


Pré-candidato a vice-governador da Bahia pelo PSOL, o técnico em Meio Ambiente Ronaldo Santos, 34 anos, parte para o ataque contra seus principais rivais, os também pré-candidatos a vice Joaci Góes (PSDB) e João Leão (PP). Em entrevista ao Bahia Notícias, o socialista diz que "existe uma disputa pau a pau para ver quem é o pior candidato a vice entre Joaci Góes e João Leão". Ele ainda afirma que tanto "os carlistas quanto os petistas não deram nenhum avanço significativo nestes três pontos principais: saúde, educação e segurança". As críticas do candidato do PSOL também sobram para o atual vice-governador e pré-candidato ao Senado, Otto Alencar (PSD). "Representa todo o atraso da Bahia nesses últimos anos. É um profissional da política que senta no colo de quem oferece mais", acusou. Por fim, Ronaldo se posicionou a favor das manifestações contra a Copa do Mundo e da última greve da Polícia Militar na Bahia, apesar de o último movimento não ter obtido apoio popular. "Se nós formos colocar em consideração o que a maioria da população pensa sobre cada tema, nós, por exemplo, não estaríamos defendendo a bandeira LGBT. Cabe a nós tentarmos gradativamente conscientizar a população de que, se existiu a necessidade de greve, é porque o governo durante nove meses não teve a capacidade de dialogar com aquele grupo de trabalho que ele mesmo criou", pontuou.


Bahia Notícias: Já está definido qual será o local da convenção do PSOL? 
 
Ronaldo Santos: Nossa convenção será no dia 14 de junho, a partir das 10h, na sede dos bancários, na Avenida Sete, quando todos os nossos pré-candidatos a deputado federal e estadual e a chapa majoritária estarão presentes.
 
BN: Qual será a principal bandeira do PSOL para a campanha estadual?
 
RS: Em todas as campanhas, os pontos que prevalecem são as questões da saúde, educação e segurança. Não basta fazer o debate e não colocarmos as nossas propostas. Os governos anteriores, tanto os carlistas quanto os petistas, não deram nenhum avanço significativo nestes três pontos principais. Na segurança pública, nós tivemos só no governo do PT duas movimentações grevistas da PM. No governo carlista, nós também tivemos uma grande greve, que foi em 2001. Não adianta apenas investir em viaturas, pistolas e colete a prova de bala se não investirmos na base, no ensino primário e médio da educação popular. E também investir em área social. A polícia não vai ser a palmatória do mundo para resolver os problemas de segurança, que não se restringe ao combate da criminalidade. Na saúde, temos um estado precário, onde as pessoas saem do interior para morrer na capital. Não existe um investimento sério e massivo de valorização dos profissionais da saúde. A questão é na regulação da saúde, onde o dinheiro público é desviado para entidades privadas. E na questão da educação, tivemos nesse governo recente uma greve que durou mais de quatro meses. A educação no estado não tem melhorado, estamos vendo o sucateamento das escolas e universidades públicas.
 
BN: Qual a principal crítica do PSOL ao atual governo de Jaques Wagner?
 
RS: A principal foi o governo não ter escutado os profissionais dessas áreas e ter escutado apenas os seus secretários. 
 
BN: O atual vice-governador e pré-candidato ao Senado pela chapa governista, Otto Alencar, disse em entrevista ao Bahia Notícias que defende a redução da maioridade penal e a pena de morte em crimes hediondos e reincidentes. Qual sua opinião sobre o tema?
 
RS: Otto representa todo o atraso da Bahia nesses últimos anos. É um profissional da política que senta no colo de quem oferece mais. Defender a maioridade na posição que ele está é muito fácil. Quero ver ter a coragem e competência de fazer um debate com a sociedade. E se isso deu certo nos países que fizeram e redução da maioridade penal. Muita gente cita os Estados Unidos. Em alguns estados de lá, as pessoas vão presas com 12 anos e até 10 anos de idade, em algumas comarcas dos Estados Unidos. Mas se a gente pegar as estatísticas da redução da criminalidade, a gente vai ver que não reduziu em nada, apenas aumentou a criminalidade dentro dos Estados Unidos, por exemplo. Jovens são presos, condenados e vão para uma faculdade da criminalidade. Ficam lá juntos com criminosos de alta periculosidade, depois são soltos e vão conviver na sociedade, já profissionalizados dentro da criminalidade. A redução da maioridade penal não resolve o problema da segurança e da violência.  Se o Otto Alencar tivesse a competência e a mesma energia que ele usa para defender a redução da maioridade penal para defender que o Estatuto da Criança e do Adolescente fosse cumprido, ele faria uma boa ação para a humanidade.
 
BN: E sobre a entrevista de Joaci Góes ao BN, quando ele disse que defende "competitividade" e a "meritocracia" na educação, e também afirmou que o prefeito ACM Neto (DEM) "está certíssimo" ao implantar o programa Alfa e Beto, apesar de contestações de educadores? O que você achou destas declarações?
 
RS: Existe uma disputa pau a pau para ver quem é o pior candidato a vice entre Joaci Góes e João Leão. Joaci defende que aqueles que são a favor das cotas para negros em universidades merecem ir para o enforcamento. Isso representa um retrocesso imenso na liberdade de expressão da disputa política e das divergências. Joaci não entende nada de educação. Ele devia sentar com profissionais da educação para saber o que ele fala. Ele repete apenas o que uma parcela conservadora e burguesa repete, que é contra as cotas para negros e estudantes de escola pública. Mas eles não têm uma política que coloque aquele estudante da periferia, seja ele negro ou branco da periferia, em um patamar de disputa igual para, quando chegar lá na frente, esse negro e esse branco pobre da periferia não precisar utilizar as cotas. Se existe a necessidade das cotas é porque a disputa não é igual. Por isso, há a necessidade das cotas nesse momento. Mais do que isso, há a necessidade de termos uma educação de qualidade para todos os lados. Tanto para aqueles que tenham a condição quanto para quem não tenha.
 
BN: Qual vai ser a sua principal marca enquanto candidato? Qual é o principal ponto que seu eleitor vai identificar como sua bandeira?
 
RS: Caso eleito, eu gostaria de ver implantado um avanço na educação em todo o Estado e não apenas algo concentrado na Região Metropolitana de Salvador. Uma Bahia que fosse atendida tanto na parte da educação, saúde, segurança, investimento na área de tecnologia e profissionalização. E isso fosse distribuído para todo o Estado da Bahia e não apenas ficasse centralizado em Salvador e nas regiões próximas. Para que a gente tenha de fato um Estado socializado e não um Estado onde a gente concentra a riqueza em Salvador. Um Estado que é administrado dessa forma acaba despertando movimentos separatistas, como os que existem na região Oeste e na região Sul do Estado. É preciso que os baianos se sintam de fato baianos e que haja uma administração popular. A gente sabe que é difícil, não existe uma cultura de administração popular e congressos populares. Mas em Macapá, por exemplo, nós do PSOL fazemos congressos populares, onde é a população quem decide as grandes questões da cidade, através dos seus delegados em congressos populares. E as secretarias devem ser eleitas pelos profissionais de cada área. O comandante geral de segurança pública tem que ser eleito pelos profissionais da segurança pública e assim por diante. E não nós lotearemos as secretarias apenas por indicações partidárias que a gente sabe que não tem…
 
BN: Então, caso o PSOL seja eleito em um cargo majoritário, não haverá indicação dos próprios colegas de partido para os cargos? As indicações seriam técnicas e até de pessoas que estão fora da coligação?
 
RS: Se nós saíssemos desse caminho, indicássemos companheiros nossos e isso não passasse pelo crivo de assembleias que estivessem lá elegendo os seus secretários, seria uma incoerência por parte do PSOL. Todos os profissionais, aquele militante que é do PSOL e que é dirigente, também vai poder estar lá colocando seu nome para disputar a secretaria.
 
BN: Mesmo que ele não seja o mais capacitado para a vaga específica, quando algumas pessoas viram gestoras de áreas que não têm pleno conhecimento? 
 
RS: Os professores, por exemplo, não iriam votar para a secretaria de educação em alguém que não tenha a mínima capacidade possível. Teria que ser da área de educação para gerenciar a educação. Assim como também da segurança, medicina, infraestrutura e por aí por diante.

BN: Uma coisa que chamou atenção quando foi anunciada a chapa do PSOL é que são três nomes do mesmo partido e não foi efetivada a Frente de Esquerda. O que foi que aconteceu para o PSTU e o PCB, que sempre marcham com vocês, não entrarem na coligação?
 
RS: Existem as movimentações nacionais desses três partidos que desde 2006, quando participamos de nossa primeira campanha nacional, com a Heloísa Helena, e esses partidos estiveram conosco. Nós formamos a Frente de Esquerda. Evidentemente que existe uma falha política nos três partidos da Frente de Esquerda, porque ela não pode ser uma Frente de Esquerda apenas no processo eleitoral. Ela tem que existir durante e após o processo eleitoral. Para não acontecer de quando chegarmos lá na frente, que as divergências sejam muito grossas. Um partido acaba indicando um candidato ao governo e um candidato para presidente. Acaba que não há essa sintonia nos três partidos no processo eleitoral. Aqui na Bahia, nós estamos em diálogo com o PSTU e o PCB. Essa semana, a gente já deve ter uma resposta se haverá coligação aqui entre o PSOL, PCB e PSTU. Há uma conversa avançada com o PSTU nesse sentido. Com o PCB também há uma conversa avançada, apesar desses dois partidos terem lançado candidatos a presidentes nacionais. Mas tudo indica que nós vamos ter a Frente de Esquerda aqui na Bahia, mesmo havendo esses problemas que temos na condução durante todo o ano.
 

BN: Essa conversa pode alterar os candidatos da chapa majoritária do PSOL?
 
RS: Muito dificilmente alteraria, porque foi uma decisão congressual. Nós tivemos o congresso nos dias 19 e 20 de outubro (de 2013), onde a chapa majoritária completa foi aprovada. Depois do Congresso Estadual do PSOL ,não existe uma outra instância maior do que o congresso para alterar essa correlação de força. A não ser que um dos três candidatos da chapa majoritária comunicasse ao diretório estadual que estivesse abrindo mão de sua candidatura e o diretório estadual decidiria ali através de sua convenção, aprovando ceder a vaga para um dos partidos da frente.
 
BN: Como você avalia a questão de o PSOL hoje, em termos nacionais, ter figuras da esquerda mais moderadas, a exemplo de Jean Willys, Chico Alencar e Marcelo Freixo, no Rio de Janeiro, ou como o próprio Randolfe Rodrigues, que é candidato à presidência da República e é senador, e aqui na Bahia o PSOL acaba sendo visto como um partido da esquerda mais radical. Há uma distorção entre a orientação nacional do PSOL e a executiva da Bahia ou aqui na Bahia o pessoal não é tão radical quanto se diz?
 
RS: Nacionalmente nós temos essas figuras assim como temos outras figuras. 
 
BN: Você se sente representado por essas figuras que comentamos?
RS: Totalmente. Por essas figuras, assim como também por outras como a Janira Rocha e o Ivan Valente, que também são companheiros parlamentares. O Edilson Silva, em Pernambuco, o Edmilson (Rodrigues), no Pará, e Clécio Luís, que é prefeito nosso lá em Macapá, no Amapá. Aqui na Bahia, nós também temos essas figuras 'moderadas'. O próprio Hilton (Coelho, vereador de Salvador) é uma figura moderada. Não tem aquele estilo do Ivan Valente, por exemplo. Temos o companheiro Marcos Mendes, que já tem outro estilo, um estilo mais despojado, sem nenhuma temeridade. Temos o companheiro Hamilton, assim como outros companheiros. Não existe uma orientação nacional para que o partido em um estado "a" e na cidade "b" seja mais moderado ou menos moderado. Nós temos pessoas evangélicas, espíritas, católicos, candomblecistas, ateus, cada um tem a sua personalidade.
 
BN: Você se encaixa em qual perfil desses?
 
RS: Eu não tenho religião, assim como também não sou ateu, mas eu acredito em Deus.
 
BN: Mas você é um moderado ou é um radical?
 
RS: Estou mais no intermediário.
 
BN: Falando em radicalismo, estamos perto da Copa e existe uma expectativa que haja protestos no Brasil inteiro. Esses protestos foram ensaiados no mês passado e, aqui na Bahia, embora tenha sido fraco o movimento, quem tomou a frente foi o PSOL. Você estava na manifestação, inclusive. O partido vai utilizar esse momento de Copa do Mundo para tentar levantar questões em relação ao evento da Fifa aqui em Salvador?
 
RS: As bandeiras que foram levantadas no mês de junho do ano passado foram bandeiras que o PSOL defende há muitos anos. Desde a época que nós estávamos no PT. Quando nós saímos, saímos também com essas bandeiras. Essas bandeiras não pertencem ao PT, pertencem à luta. Nós, no mês de junho, tivemos alguns movimentos que eram partidários e outros que eram anti-partidários. Nós priorizamos e utilizamos como tática não levarmos as nossas bandeiras, porque o mais importante são as bandeiras de reivindicações da população que estava indo para as ruas, tanto em Salvador como nas cidades do interior. Nós estávamos dando apoio. E as nossas figuras públicas eram bem recebidas, raras as exceções que havia algum radicalismo por alguns setores que não compreendiam aquele processo, e por despolitização, não sabiam que o PSOL é parte importante, porque nós somos um dos poucos que lá no Congresso votamos contra toda essa mercantilização do País. Inclusive, fomos o único o partido a votar contra a Lei Geral da Copa. Nós temos aqui na Bahia sindicatos próximos à Fonte Nova que estão proibidos de fazer reuniões durante o processo da Copa. É um escândalo. Nós tivemos cerca de 250 mil pessoas em todo o País que foram desalojadas, passadas para outros locais para morar de maneira ilegal e irresponsável por parte do governo. Conforme coloquei anteriormente, o recurso que nós gastamos para construir a Fonte Nova daria para construir no mínimo 18 hospitais do porte do Hospital do Subúrbio, onde nós colocaríamos 18 hospitais geograficamente instalados em todo o Estado, para que o interiorano não precise se deslocar do Baixo Oeste para vir para Salvador. Nós estaríamos dando dignidade e humanidade a essas pessoas. Na Copa, estaremos apoiando e presentes nas manifestações, mas respeitando a autoridade e o livre arbítrio de cada manifestação.
 

 
BN: Você percebe uma mudança entre as primeiras manifestações antes da Copa e a participação nas manifestações de 2013? Ano passado, havia uma predominância de estudantes, universitários e de segundo grau, o que não parece ocorrer este ano. Como você acha que vão ser essas manifestações? Serão manifestações de enfrentamento ou mais pacíficas? E como o PSOL vai se posicionar em relação a isso? 
 
RS: Isso vai depender de cada região. Aqui na Bahia nós vamos ter convocações naturais dessas manifestações. O governo colocou o Exército para oprimir, mudando o percurso histórico que o Exército sempre teve, que era defender as fronteiras do País. Mas agora está fazendo um papel que o Estado não teve competência para fazer. Essas manifestações pós-junho tem uma caracterização diferente da que foi em 2013, porque por detrás havia uma primeira participação de muita gente que nunca tinha participado de protesto algum. E o governo colocou agentes de inteligência da polícia se caracterizando de Black Blocs para que aquelas pessoas de bem que estavam participando das manifestações se retirassem. E assim conseguiu dispersar todas as manifestações que estavam ocorrendo em todo o País. Grande parte da mídia caiu em cima dos Black Blocs, algo que não nasceu no Brasil. Isso ocorrre desde a Europa, há muitos anos já existem os Black Blocs. E alguns, de forma amadora, se dizendo Black Blocs, iniciaram esse processo militante em alguns estados. Pelo menos aqui na Bahia não acredito que vá haver manifestações massivas como existiram em 2013, porque aqui na Bahia também houve um processo de muitas pessoas que nunca havia participado de manifestação alguma, pessoas que se maquiavam e iam para as manifestações apoiar, mas há um apelo muito grande da grande mídia de que é para torcer para o Brasil, colocando a imagem dos soldados indo para as ruas para não haver manifestações. Isso acaba intimidando aquelas pessoas que não tem um histórico de militância de ir para as ruas.
 
BN: O sentimento da população não está tão pró-Copa. Em anos anteriores, a gente via bandeirola verde e amarela em época de São João, asfalto pintado, o pessoal comprando camisa da seleção. Este ano não temos visto isso. Não seria, então, um momento propício para que aconteça protestos em uma cidade como Salvador, que tem um histórico de manifestações mais fortes?
 
RS: Nós vamos ter manifestações em Salvador. Agora não vai chegar a ter aquele peso que teve no mês de junho do ano passado. Pode ser que haja enfrentamento, acredito que haja enfrentamento nesses processos de manifestações. O governo do Estado vai tentar ao máximo não autorizar para que as Forças Armadas intervenham, porque isso vai ficar caracterizado como mais uma incompetência do governo atual para garantir a segurança da Copa da Fifa. Mas vão haver manifestações, atritos violentos entre manifestantes e a segurança pública do Estado. Por outro lado, há uma pequena parcela da população, os oficiais militares, que também são vítimas desse governo atual. Nesses últimos anos, vem crescendo uma consciência de direito e luta dentro da classe da segurança pública. Vai existir esse conflito ideológico entre a corporação da Polícia Militar e a manifestação. E o governo vai novamente utilizar as chamadas polícias especiais, que é a Polícia de Choque e a Caatinga, para combater essas manifestações, como aconteceu na maioria das manifestações de junho de 2013, quando a Choque e as especializadas estavam combatendo as manifestações. Eram poucos praças que iam para a linha de frente combater as manifestações.
 
BN: O PSOL se manifestou publicamente favorável à greve dos policiais na Bahia. Queria saber sua opinião sobre isso, pois a maioria da população se posicionou contra. Como fica a posição do PSOL, em estar mais próximo de uma categoria do que a população? 

RS: A população é manipulada por uma parte da mídia tendenciosa, que a gente chama de mídia empresarial. Assim como a população é contra a greve de rodoviários, de médicos, da Polícia e de outros profissionais, nós também fazemos de tudo para que isso não ocorra. Primeiro vai existir o diálogo. Quando não há o diálogo, a greve é o único caminho. Isso aí é histórico, não só aqui no Brasil.
 
BN: Você acha que foi respeitado na greve dos policiais um mínimo de contingente para que se estabelecesse uma mínima segurança na cidade? Será que os policiais também não utilizaram a greve como pressão para que a população se sentisse intimidada? Por que o partido apoia um movimento que pode atingir a população? Como um partido que é a favor do trabalhador e da população tem um posicionamento na greve que vai contra a própria população naquele momento? 
 
RS: A gente não pode seguir estritamente o que a maioria da população pensa em relação a uma categoria. Se nós formos colocar em consideração o que a maioria da população pensa sobre cada tema, nós, por exemplo, não estaríamos defendendo a bandeira LGBT. Se a gente for colocar na mesa, a maioria é contra. A maioria é contra a união civil de homossexuais, a maioria é contra as religiões afro. Nesse caso, nós fomos a favor das manifestações dos policiais militares em 2012 e em 2014 e nós vamos continuar sendo a favor dessas manifestações, independentemente dessa posição da maioria da população. Cabe a nós tentarmos gradativamente conscientizar a população de que se existiu a necessidade de greve, é porque o governo durante nove meses não teve a capacidade de dialogar com aquele grupo de trabalho que ele mesmo criou. E que depois da greve de 2014 ele saiu marginalizando. Se ele sai criminalizando aquele GT, então o próprio governo é o chefe da quadrilha, porque foi ele que montou aquele GT. 
 
BN: Também queria sua opinião sobre o caso da prisão de Prisco após o final da greve da PM...
 
RS: Com relação à prisão de Prisco, novamente foi uma traição. O Ministério Público abusou do poder que ele tem, apoiando e reprimindo as associações após a prisão de Prisco, e bloqueando as contas das associações para dificultar a mobilização em apoio à soltura de Prisco. Prender Prisco com a desculpa que foi pela greve de 2012? Ninguém que não vendeu os seus neurônios ao governo do Estado sabe que isso não existe. Eles esperaram o momento do término da greve, depois de ter fechado um acordo político com a presença do arcebispo e de várias pessoas públicas, foram lá e prenderam Prisco. E depois jogaram um parlamentar, um vereador da cidade de Salvador e ex-policial, em uma penitenciária federal, em uma mesma cela com 17 outros criminosos. O governo que faz isso é tão criminoso quanto os 17 outros detentos que estavam na Papuda. O verdadeiro crime e o mais espantoso é que nós temos uma Câmara de Vereadores de Salvador, uma capital importante, e que literalmente se calou com esse absurdo, de um vereador da casa ser preso da forma que foi e ter sido colocado em uma cadeia com 17 criminosos. É uma Câmara de Vereadores totalmente submissa e que ficou de quatro para o governo do Estado e suas políticas de pelegação. Nós vimos essa prisão de Prisco como uma prisão política. Não foi uma prisão jurídica, foi uma prisão política. O Ministério Público, nas manifestações de junho pediu apoio contra a PEC 37, contra a sua liberdade de investigar, mas quando os movimentos sociais vão as ruas, como foi o caso do movimento dos policiais militares, o MP acaba abusando do poder. Fica lá a contradição. Quando é conveniente o MP pede apoio contra a PEC 37, mas também existe essa contradição que ele em muitos casos abusa do poder que tem.
 
BN: Para terminar, você vai torcer pelo Brasil na Copa?
 
RS: Nós vamos torcer pelo Brasil da saúde e da educação, da segurança pública e do emprego. Agora não vamos torcer por essa Copa da Fifa. Nós torcemos para que o Brasil ganhe a Copa, agora nós somos contra a esse desvio de dinheiro que houve e esses gastos desnecessários quando se poderia estar investindo em outras áreas.
 
BN: Não vai ter protesto de camisa amarela não?
 
RS: Não, não vai ter protesto de camisa amarela. Vai ter de camisa vermelha
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Ronaldo Santos - PSOL 50 has invited you to like their Facebook Page

You shared your email with Ronaldo Santos - PSOL 50 and they've sent you this invitation to like their page on Facebook Ronaldo Santos - PSOL 50 Muitas pessoas querem mudanças, mas o que elas fazem por elas?. É preciso lutar por elas. Venha para o PSOL, ronaldodopsol@hotmail.com Cel: 071-9126:2455
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Obrigado,
A Equipe do Facebook.
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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Pré-candidato à vice na chapa do PSol quer mudança na BA

Caros, hoje segunda feira, saiu uma entrevista minha no Jornal A Tarde.


  • Ronaldo Santos é pela 5ª vez consecutiva, secretário geral do PSol na Bahia

Ronaldo Santos, pré-candidato a vice na chapa do PSol para o governo do estado,  é,  pela 5ª vez consecutiva, secretário geral do PSol na Bahia. Tem uma atuação nesse partido em Roraima e no Acre. Foi um dos coordenadores da primeira  campanha nacional do PSol no país, em 2006. Em entrevista exclusiva pela fala dos planos do partido nas eleições.

Qual a expectativa do PSol para as eleições na Bahia?
Conseguir elevar o nível das discussões em torno dos verdadeiros problemas do estado. Quebrar a polarização entre as candidaturas de Rui Costa (PT) e Paulo Souto (DEM).

A candidatura de Marcos Mendes (PSol) ainda nem conseguiu pontuar nas pesquisas. Como vencer a resistência do eleitor?
O povo acumula gradativamente a consciência de que o que está velho tem que mudar. Queremos administrar para o povo, com o povo decidindo. Vamos mostrar que os que estão aí disputando já estiveram no poder nada fizeram e novamente prometem que vão fazer.

Em que o Psol difere em relação aos outros partidos?
Nós não sentamos com os empresários para dividir o estado entre eles e o povo. Nós temos um lado, é o lado do povo. Vamos administrar com a prioridade de governar para o povo e não para as empreiteiras e imobiliárias. Todos os partidos que estão disputando foram ou são base de apoio dessa política para a qual o Brasil gritou "não" em junho de 2013. Vamos cuidar da saúde, não vamos trocar hospitais por estádios.

Por falar em estádios, qual o posicionamento do partido em relação à realização da Copa do Mundo, no país e em Salvador, especialmente?
Nós adoramos futebol, o que não aceitamos é inverter prioridades. Derrubar um estádio e construir um outro apenas para dar dinheiro a empreiteiras que financiam campanhas eleitorais é um absurdo. O dinheiro que foi gasto com a nova Fonte Nova daria para construir cerca de 18 hospitais iguais ao Hospital do Subúrbio em todas as regiões da Bahia, por exemplo. A Copa do Mundo nos moldes Fifa não interessa a país algum, a não ser a Pelé, Ronaldinho e meia-dúzia de grandes empresários que ganharão dinheiro com ela. A sua herança serão dívidas e nada mais.

Qual o maior erro do governo do PT e do governo que hoje é representado por Paulo Souto (DEM)?
O maior erro do PT foi ter colocado Jaques Wagner "Malvadeza" no poder e não ter tido política para controlá-lo. O governo não cuidou da educação, atrasou salários de milhares de professores do Reda, não valorizou professores, declarou ilegais todas as grevesno estado. Teve duas greves da polícia em dois anos e perseguiu os grevistas. Não investiu em saúde e educação e entregou o estado aos pedágios e seus amigos, que estão ganhando muito dinheiro.

E do governo representado hoje por Paulo Souto?
Paulo Souto vem acompanhado da imagem de Antônio Carlos Magalhães e tenta se fortalecer na figura de ACM Neto, como um dos seus cabos eleitorais. Souto não investiu na educação e não valorizou os profissionais da área. Faltou creches e uma política educacional voltada para a profissionalização de jovens adolescentes. A segurança foi empurrada com a barriga. Não investiu na polícia ou policiais. Não ampliou o acesso à saúde. Como JW, teve como administradores do estado os grandes empresários. Hoje Salvador e região metropolitana concentram cerca de 80% de toda a riqueza do estado. Essa concentração de investimento e riqueza é um erro dos dois.

O Psol usa metralhadora giratória contra os outros partidos. Tem balas na agulha também contra Lídice?
Lídice e Eduardo Campos são parte do governo. Foram e são cúmplices da política econômica e social aplicada pelo governo do PT. Estiveram na base aliada até os 44 minutos do 2º tempo e depois saem e se dizem o "novo". Que novo? Eles representam a mesma política de ontem. Representam apenas a sede pelo poder. A sede estar no comando e não sendo comandados pelo PT. Lídice e Eduardo Campos deveriam andar com um litro de óleo de peroba no bolso...

O que você acha da prisão de Prisco?
É uma prisão política, uma perseguição aos movimentos sociais. Prisco foi o único a ser preso depois de uma mobilização que reuniu em uma única assembleia mais de 15 mil soldados. Porque Prisco, um ex-policial, parlamentar, foi jogado na Papuda, junto com 17 presos de alta periculosidade, sem direito imediato  a uma cela individual? Preso pela Lei de Segurança nacional? Será que algum juiz leva isso a sério?  Querem fazer de Prisco um exemplo para aqueles que ousarem se levantar contra a falta de dignidade. Jaques Wagner "Malvadeza" deveria ter vergonha, pois em 2001 apoiou, incentivou e financiou parte da mobilização da PM. Lídice, Pinheiro, Pelegrino, Wagner, Alice Portugal, todos apoiaram. Mas hoje são contra, por que não são mais oposição.

domingo, 20 de abril de 2014

Jacques Wagner malvadeza versus covardia


Todo apoio a Greve da PM na Bahia

 

O "Des" governo do PT da Bahia, Jacques Wagner, repete a mesma falta de tato político já conhecido em 2012, durante a Greve da PM que durou cerca de 12 dias, quando o mesmo estava de férias nos Estados Unidos. Durante a greve de 2012, o governo renunciou a condição de governo e deu lugar a incompetência, a arrogância e o despreparo em lidar com situações estando no poder e acabou que a PM Bahia, derrotando o "Des"governo em uma greve histórica, onde as forças armadas, com 5 mil homens cercou, 352 soldados da PM  que ocupavam a Assembleia Legislativa da Bahia, e no final ele teve que ceder a GAP aos PMs e a tropa saiu unida e com um acumulo de força muito grande, e o governo prendeu um dos lideres da PM, Prisco e depois diversos outros guerreiros da PM que ficaram presos no batalhão de choque, dezenas e dezenas de Praças foram perseguidos pelo "Des"governo Petista e respondem criminal e administrativamente.

Em 2014, mais precisamente no dia 15 de abril, 15 mil soldados da PM e oficiais, se reuniram em uma assembleia histórica. Todas as associações se uniram em torno de luta pela modernização da Policia Militar da Bahia, depois após nove meses de negociação com o "Des" governo e sem êxito, a Tropa reunida dia 15 de abril, deliberou pela greve da PM Bahia. O "Des" governo do PT, Jacques Wagner malvadeza, subestimou a ideia de greve e quando percebeu que de fato a greve estava na boca de casa, ele enviou uma proposta melhor na hora da assembleia e os 15 mil homens deliberam a favor da greve. O "Des" governo do PT, a SSP, O comandante geral da PM, vieram a imprensa dizer que foram pegos de surpresas pela greve. Mentira ! Eles não tiveram nenhuma vontade política de assumir uma proposta de modernização da PM, e melhorar as condições de vida dos profissionais, e quando a bolha explodiu, só restou ao "Des" governo medíocre do PT tentar jogar a população contra a greve legítima dos PMs.

A PM parou, essa era a música cantada durante os três dias de Greve e durante os 3 dias, o governo, tentou manipular a opinião pública, governo esse que não goza de nenhum prestígio mais perante a população baiana. O "Des" governo ameaçou, usou seus cachorros na ALBA para tentar intimidar os guerreiros da PM, mas não conseguiu. A essa altura muitos homicídios em todo o estado e o número maquiado como sempre. Dezenas e Dezenas de homicídios durante toda a greve, no entanto vale a pena frisar que todos os dias, há dezenas de homicídios na Bahia, e não foi por conta da greve que o número aumentou a Bahia, é um estado imenso e o "Des" governo maquia os números como sempre. No terceiro dia de Greve, o "Des" governo sentou com a tropa, e melhorou a proposta feita anteriormente. O do arcebispo prismaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, colocou-se disposto à ajuda nas negociações e participou da mesa negociadora. A proposta enfim foi levada a assembleia da categoria na Quinta Feira 17 e após exposição da última proposta do "Des" governo a Tropa aprovou o fim da Greve.

O Beijo de Judas... O "Des" governo do PT Jacques Wagner e Dilma traem os baianos e em menos de 24hs após o termino da greve, mandaram a Polícia Federal prender o líder da greve Prisco, numa política de revanchismo e descumprimento de acordo político. Uma atitude de traidor do Senhor Jacques Wagner malvadeza e da Senhora Presidente Dilma Dragon Sef... a atitude revanchista do "Des" governo do PT teve um efeito colateral talvez inesperado ou já esperando pelo Bin Ladem Wagner, pois toda a tropa imediatamente pararam, entraram em paralisação e se aquartelaram em menos de 24hs. Tudo isso fruto de incompetência política e da nova atividade do "Des" governo do PT de criminalizar os movimentos de greve no país e perseguir as suas lideranças. Essa atitude irresponsável apenas agrava ainda mais a insegurança e oportuniza uma retaliação de maneira generalizada. É inadmissível que demandas de cunho trabalhistas estejam sendo elevadas ao patamar de insurgência à segurança nacional.

A prisão de Prisco, é ilegal, é imoral, é inconstitucional. O Batman, o Super Boy Ministro da "In"justiça Eduardo Cardoso, o mesmo culpado pela morte de centenas de índios no Mato Grosso do Sul, veio a Salvador, passear e falou em Inconstitucionalidade da greve, mas ele se esqueceu que o PT apoiou e financiou a greve de 2001 e que o Jacques Wagner Malvadeza, criticou a postura do então adversário e inimigo político Cesar Borges, hoje aliado do PT. Veja discurso de Jacques Wagner, quando o mesmo estava como deputado Federal. http://www.youtube.com/watch?v=SvK2qR6QAYI e hoje esse 'Des" governo desdiz tudo, e criminaliza o movimento grevista, persegue o líder da greve Marcos Prisco, cujo mesmo outrora foi aliado de Jacques Wagner e do PT em 2001. Ainda em 2001, o Lula, afirmou o direito da PM fazer greve. Veja a Matéria http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/lula-a-pm-pode-fazer-greve-o-governo-quis-passar-a-impressao-de-que-sem-policial-na-rua-todo-baiano-e-bandido/ logo cai por terra as argumentações que a base petista defende e espalha pelas redes sociais, de que é um jogo da burguesia, e que é uma movimentação eleitoreira. A prisão do soldado Prisco, irá incendiar a PM e o desfeixo desse terrível e triste episódio ainda é desconhecido, porem a certeza que temos é que o "Des" governo Jacques Wagner Bin Ladem, deu um tiro no pé mais uma vez e mais uma vez ele irá se fazer de vítima e criminalizar pais de famílias, mães de famílias, filhos e filhas, tios e tias, que lutam por dignidade e condições de trabalho.

É incrível como a "In"justiça leva anos para julga e prender meia dúzias de mensaleiros petistas e num piscar de olhos, mandam prender um guerreiro, um líder, um soldado de luta, (Prisco). É incrível como o TJ-BA é subserviente ao "Des" governo da Bahia, pois esse mesmo "Des" governo descumpri decisões do TJ-BA e o mesmo não tem a mesma rapidez e dinâmica para fazer-se cumpri decisões que são contra o "Des" governo. Qual é o Segredo?  Será que a história nos diz algo?  Por que essa mesma "Justiça" não mandou prender Sergio Gabriele e Dilma Rousseff, por superfaturar a comprar de uma refinaria em Pesadena dando prejuízo a Petrobrás de bilhões de Reais? Por que o Ministério Público Federal não investiga o déficit bilionário dos cofres público da Bahia? Bandido na Bahia tem nome e endereço, Jaques Wagner, Centro administrativo da Bahia, Governadoria, ali bem ao lado do Ministério Público Federal.

O PSOL é contra todo e qualquer criminalização de movimentos grevistas, de manifestações populares, de perseguições de lideranças. Essas atitudes não engrandecem e não enriquecem nação alguma, pelo contrário, ela nos enfraquece, por que aquilo que é de mais sagrado, é negado, que é o direito de lutar e justamente o (PT) Ontem partido dos Trabalhadores e hoje Partido dos TRAIDORES, que nasceu dos seios da classe trabalhadores, que nasceu das lutas, é quem mais persegue o trabalhador com os teus aliados.

Nós do PSOL apoiamos e somos solidários a greve da PM ,repudiamos veementemente a prisão de Prisco e exigimos de imediato a sua soltura.

Quando um Governo não governa, 'Des" governa e desrespeita a Constituição, desrespeita o povo pobre trabalhador, o povo tem o dever político e moral de levantar-se contra ele.

 

Ronaldo Santos é membro da Executiva Nacional do PSOL e Secretário Geral do PSOL na Bahia.

NOTA DO PSOL SOBRE GREVE DA PM NA BAHIA

PSOL se solidariza com Marcos Prisco, policiais militares e corpo de Bombeiros da Bahia que lutam por seus direitos, e defende a desmilitarização das PMs

Os policiais militares do Estado da Bahia protagonizaram mais uma greve em defesa de seus legítimos direitos nos últimos dias. Esta mobilização se insere no contexto das lutas do servidores públicos baianos, frontalmente atacados pelo Governo Wagner (PT). A greve, mesmo com suas consequências indesejáveis para a sociedade, não é um fato gerado ao acaso. É também consequência de anos a fio sem políticas públicas que priorizem as maiorias sociais. Os governos que se revezam no poder, com o PT agora à frente das esferas federal e estadual, mantém essa dinâmica de governar para poucos, transformando as demandas sociais e suas lutas, por moradia, transporte, trabalho, em síntese, a luta pelo acesso à cidadania, em casos de polícia.

Contudo, também a polícia se rebela contra suas péssimas condições de trabalho e de vida. O resultado é este que nos cerca. O responsável primeiro e maior pela greve e todas as suas consequências são os governos Jaques Wagner e Dilma Rousseff. Tergiversar sobre isso e justificar a repressão acusando a greve de "eleitoreira" é subestimar a inteligência dos baianos e da própria categoria.

A PM não pode continuar sendo usada como braço armado do Estado para controlar e reprimir movimentos contestatórios e setores marginalizados de nosso povo. O Estado usa a polícia quando lhe convém e ao mesmo tempo coloca o povo contra a PM e a PM contra o povo. 

Nos solidarizamos com a luta por melhores condições de trabalho dos policiais por acreditarmos que esta é a única forma de, além das lutas econômicas e corporativas, pautar uma outra concepção de Segurança Pública que não seja voltada para atacar os setores mais críticos e pauperizados de nosso povo. Repudiamos a tentativa casuística de criminalizar as lideranças do movimento. 

No momento em que redigimos esta nota, o soldado Marcos Prisco, liderança de uma das Associação dos Praças e do movimento grevista, está preso. Foi encarcerado horas após um acordo que pôs fim à greve, em que uma das cláusulas acordadas era exatamente a não punição de participantes do movimento. O pedido de prisão preventiva partiu do Ministério Público Federal, mas é indisfarçável a conveniência da ação da Polícia Federal em fazê-lo exatamente após o término da greve, dando uma clara conotação de punição. Com isto, os policiais, corretamente, saíram em solidariedade a um dos seus e em forma de protesto pela prisão de Prisco, pararam as atividades e dirigiram-se aos quartéis. 
O PSOL se solidariza com Marcos Prisco, reivindicando a imediata liberdade do mesmo, pois este não representa ameaça à ordem pública. Por outro lado, a manutenção de sua prisão representa uma cabal demonstração de criminalização da política e das lutas sociais, situação inaceitável num Estado Democrático de Direito.

Reafirmamos também nossa convicção de que o Brasil precisa passar por um processo de democratização das forças policiais, que ainda refletem em essência uma herança do período ditatorial. Assim, a desmilitarização das PMs é condição incontornável para que o país possa ter um Estado efetivamente democrático, com suas forças policiais com plena capacidade de organização sindical e permeáveis a um efetivo controle social. Para isso, a PEC 51, que moderniza e unifica as polícias, é um projeto de lei que merece nosso apoio, bem como a PEC 300, que assegura condições dignas de salário para os trabalhadores da segurança pública em todo o país. 

Brasília, 19 de abril de 2014
Executiva Nacional do PSOL

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A Greve da PM Voltou. A PM Parou

ALFA 11, devido a grande quantidade de ligações e mensagens no face e what app cobrando um posicionamento da ASPRA, todas as viaturas da área de policiais que se respeitam devem retomar imediatamente a Greve da PM BA e recolher as viaturas para suas devidas unidades. ESTÁ INICIANDO NESSE MOMENTO A TERCEIRA GREVE DA PM, GREVE QUE TERMINOU ONTEM E RECOMEÇA HOJE POR OUTRA QUEBRA DE ACORDO FIRMADO COM PT.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Todo apoio à greve dos Policiais Militares e Bombeiros do Maranhão!

NOTA PÚBLICA:
PRISÃO DO CORONEL MELO É MAIS UMA ARBITRARIEDADE DO (DES)GOVERNO ROSEANA SARNEY!

Todo apoio à greve dos Policiais Militares e Bombeiros do Maranhão!

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL- MA) repudia a prisão do Coronel da Polícia Militar do Maranhão, Francisco Melo, na data de hoje, ordenada pelo Comando da Polícia Militar deste mesmo Estado.
Até o momento, a única resposta dada pelo Governo do Estado para as reivindicações não atendidas, desde a greve de 2011, são prisões, ameaças a familiares, escutas telefônicas e outras modalidades de retaliações para criminalizar e reprimir o movimento grevista, deflagrado pelos policiais e bombeiros militares.
O PSOL reafirma seu compromisso político com a luta travada por policiais e bombeiros pela democratização e pela integração das polícias, o que significa enterrar o lixo autoritário representado pelos estatutos e regimentos que orientam um modelo de hierarquia e disciplina ultrapassado.
AFIRMAMOS como legítimo e necessário o movimento deflagrado pelos policiais e bombeiros militares do Estado do Maranhão, numa conjuntura em que a pauta da segurança pública se coloca na ordem do dia, apesar da indiferença e do autoritarismo do governo Roseana Sarney.
DENUNCIAMOS o governo Roseana Sarney por sua omissão em relação aos direitos dos policiais e bombeiros militares do Estado, que reivindicam hoje o Código de Ética, a Lei de Promoção, carga horária, constantes do acordo de 2011, jamais cumprido, e anistia para os grevistas.
TODO APOIO À GREVE DOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DO MARANHÃO!
 
 
São Luís (MA), 1º de abril de 2014.
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL - MA )

segunda-feira, 31 de março de 2014

Boletim Informativo do PSOL Aurelino Leal – Bahia Ano: 2014 Nº. 001

Boletim Informativo do PSOL Aurelino Leal – Bahia Ano: 2014 Nº. 001

O Boletim é um instrumento importante para a militância do PSOL  dialogar diretamente com a população, seu formato e textos privilegiam o contato direto com o povo, foi feito para ser distribuído em locais de grande concentração, em atividades de rua do PSOL.

Prefeitura de Aurelino Leal Não paga Salários atrasados de funcionários da educação, administração e  da Saúde.

A Prefeitura Municipal da Cidade de Aurelino Leal, Bahia, ainda continua maltratando pais e mães de família, que estão com salários atrasados de 2011 a 2012 e a Prefeita Liu Andrade, ainda ESTÁ  CONTESTANDO NA JUSTIÇA que não deve NADA!. Um Absurdo. Alguns apadrinhados já receberam os salários atrasados, outros foram chamados para negociar a parte e outros a Prefeita Liu Andrade, faz questão de comparecer as audiências que estão correndo toda quarta feira na Justiça, contestando tais divida. Como assim?. Ora a Prefeita paga a alguns e nega divida a outros?  A Dívida é do Município para com os seus filhos e filhas, para com os cidadãos e cidadãs, pais e mães de família. Independente de ter sido da Gestão A ou B.

Prefeitura ainda não sancionou projeto de LEI que beneficia o povo.

O Projeto de Lei do Vereador Professor Marcos, APROVADO na Câmara de vereadores, que proibi a Coelba e a Embasa de Cobrar taxa de Religação, daquelas pessoas que tiveram sua água e energia cortadas. A Prefeita Liu Andrade, ainda não sancionou a Lei Para que ela entre em vigor. Projeto e Lei que desde o Ano PASSADO foi aprovado e no  entanto a Prefeita não deu Importância para ser Sancionada. Por quê?.

Sindicato dos Funcionários Públicos consegue Liminar que Obriga a Prefeita Liu Andrade, a descontar e repassa o Dinheiro do Sindicato.

O SINFAL – Sindicato dos Funcionários Públicos de Aurelino Leal, GANHOU Liminar que obriga a Prefeitura a voltar a            descontar e repassa o dinheiro do Sindicato dos Funcionários Públicos. A Senhora Juíza concedeu mandato favorável ao Sindicato mediante a Lei e dentro da legalidade e vontade dos funcionários de estarem filiados ao sindicato, cujo mesmo filiados, autorizaram o desconto. O Sindicato, após ter sofrido perseguição brutal pro parte da Prefeitura, onde teve seu Repasse cortado pela Prefeita, com o objetivo de impedi o seu pleno funcionamento legal, já que esse Sindicato, é a única Ferramenta de luta e defesa dos Funcionários Públicos, da cidade cujo mesmo não tem se culvado diante das investidas da Prefeitura. Com o Corte do Repasse, o Sindicato encontra-se com 8 meses sem pagar a Energia e a Água, cujas mesmas já foram cortadas, assim como está a 11 meses sem pagar aluguel. Mesmo com todas as perseguições sofridas o Sindicato se manteve firme, entrando com processo contra a Prefeitura cobrando o pagamento dos salários em atraso cuja Prefeita de recusa a reconhecer e a pagar

O PSOL Cobra

1.      Transparência do Dinheiro Público. Por que a Prefeita Liu Andrade, não apresenta a lista de funcionários Públicos e Contratados da Prefeitura?. O Povo tem o direito de saber quem são eles, quantos são e aonde estão lotados cada um. A Transparência publica não é nenhum favor, é um dever. A Prefeita, Secretários e Vereadores, não são patrões do povo, são empregados do Povo.

 

 Blog do PSOL Aurelino Leal: http://psolaurelinoleal.blogspot.com.br/

Site do PSOL Nacional: www.psol50.org.br Email: secretariapsolba@yahoo.com.br  

Contatos: 073-8107:6437 e 071-9126:2455

Soldado é condenado por greve da PM em 2012

Augusto Jr. se entregando a PM em 2012, depois que teve sua prisão decretada.

Augusto Jr. se entregando a PM em 2012, depois que teve sua prisão decretada. Foto arquivo Jamesson Araújo.

O soldado Augusto Leite Júnior foi condenado a 6 meses de prisão pela Justiça Militar por ter liderado o motim da PM em Ilhéus, em fevereiro de 2012. A condenação é de primeira instância.


 O soldado foi a julgamento na quinta-feira, em Salvador, e acabou condenado por unanimidade.


 O policial é ligado à Aspra (Associação de Praças e Bombeiros), considerada a mais combativa das associações de policiais militares na Bahia. A maioria dos líderes da greve é associada à Aspra, que comandou o motim de 2012.


 Augusto Júnior disse que a condenação ocorreu sem que suas testemunhas fossem ouvidas pela Justiça Militar. A audiência de defesa está marcada para o dia 5 de maio.


 A justiça militar havia marcado a oitiva das testemunhas para o início deste ano. A audiência não ocorreu porque a promotora do caso não compareceu. Augusto anunciou que recorrerá da decisão. ( A Região)

quarta-feira, 26 de março de 2014

Da Tahir à Maidan: uma ponte ou um abismo?

Título inspirado no ensaio de Sérgio Weigert intitulado "De Lenin a Stálin: uma ponte ou um abismo?" publicado na revista Práxis, nº 2, 1986.

 
Na política, distorcer as posições de um adversário é prática corrente, embora pouco honesta. Amplificar as contradições, explorar as lacunas do discurso, reduzir as posições do opositor a uma caricatura, são recursos comuns num embate de ideias. Por isso, tratar determinados temas com profundidade torna-se quase impossível quando o ambiente da polêmica está tomado por extremos. É o caso das análises sobre a situação política na Ucrânia. De um lado, setores acostumados a ver revoluções onde elas não existem. De outro, aqueles que, aterrorizados cada vez que as massas tomam as ruas, associam qualquer crise social ao prenúncio de golpe.
 
Alguns eventos no Oriente Médio ilustram bem essa dicotomia. Na Líbia e na Síria, por exemplo, a história acabou por dar razão aos que defendiam a tese de que os movimentos de oposição aos governos desses países nada tinham de revolucionários. Na Síria, os tais "elementos progressistas" nunca apareceram, e a oposição está cada vez mais dividida – e em guerra aberta! – entre extremistas islâmicos e aliados do imperialismo. Na Líbia, onde a oposição derrubou o "regime" com o apoio da OTAN, o que surgiu não foi um governo popular, mas um enclave imperialista. Mas até que os contornos da situação política estivessem definidos, qualquer um que questionasse a tese da revolução nesses países seria classificado como simpatizante de Kadaffi e Assad – ou simplesmente, como "neo-stalinista".
 
No caso da Ucrânia, os extremos tomaram a cena mais uma vez. Entre os que anunciaram uma revolução e os que viram um golpe de estado, todos parecem ter errado. E erraram porque o que está em curso na Ucrânia não é nem golpe, nem revolução. Não é golpe porque o fator decisivo na queda do governo de Yanukovich foi a mobilização popular. O governo não foi derrubado por militares ou forças estrangeiras, mas por um potente e contraditório movimento de massas. Vale lembrar que, diante da violência disseminada pela polícia contra os manifestantes, foi o presidente que optou por renunciar. Nesse processo, a influência de bandas fascistas é só a face mais visível da hegemonia conservadora que tomou o movimento. Semelhante na forma, a Praça Maidan em nada se assemelha no conteúdo ao levante popular de sua homônima Tahir.
 
Se a derrubada de Yanukovich – líder de um governo corrupto e violento – não foi obra de um golpe como muitos afirmaram, tampouco foi produto de uma revolução. Primeiro porque as características fundamentais de um processo revolucionário não estavam dadas. Nas palavras de um importante revolucionário bolchevique, "a revolução só pode acontecer quando as massas estiverem preparadas para se levantar e quando, além disso, as classes dominantes se mostrarem incapazes de sustentar a velha ordem". Não parece ser essa a situação na Ucrânia.
 
Alguns dirão, seguindo seu roteiro dogmático, que essa é a etapa "democrático-burguesa" de uma revolução em disputa. Nesse esquema, estaríamos vendo o fevereiro ucraniano, em alusão à primeira fase da revolução russa de 1917, quando os mencheviques lideraram o governo provisório após a queda do Czar. Infelizmente, porém, esse script não explica os eventos em curso na Ucrânia. Primeiro, porque Yanukovich não é um monarca isolado e enfraquecido, mas um líder conservador com apoio em parte importante do território ucraniano; segundo, porque o governo composto após a renúncia do presidente em nada se parece com o governo menchevique; e terceiro, porque não há uma força revolucionária em condições de influenciar as massas que tomaram a Praça Maidan.
 
Mas se não estamos diante de um golpe ou de uma revolução, o que está acontecendo na Ucrânia? Temos poucos elementos para uma explicação definitiva, mas é provável que a crise social que se aprofundou nos últimos anos a partir da situação econômica da Ucrânia tenha dividido a burguesia em duas grandes frações, uma aliada à Rússia e outra à União Europeia (UE). Com o desgaste do governo de Yanukovich, a fração favorável à aproximação com o Ocidente se fortaleceu, liderando um campo de partidos e movimentos e encarnando a voz da Maidan. A pressão das ruas, dessa forma, serviu aos interesses de uma fração conservadora, pouco importa se melhor ou pior que aquela que estava no poder.
 
É preocupante que experientes militantes internacionalistas sigam insistindo na tese da "revolução popular" ucraniana, já que essa postura desarma a crítica ao novo governo e impede um olhar crítico do processo. E mais, que vejam na tomada do poder por fascistas e liberais a continuidade da obsessiva tese da "derrota da burocracia stalinista", algo tão ultrapassado que só os ideólogos da extrema-direita brasileira teimam em sustentar.
 
Não se trata, porém, de reproduzir a ideia – igualmente ingênua – de que as massas foram simplesmente "manipuladas" pelo imperialismo. Na verdade, elas tomaram as ruas com um objetivo comum: derrubar Yanukovich. Esse era o "programa" da Maidan. O problema é que, ao legitimar as frações pró-imperialistas que tomaram a dianteira do processo, as massas optaram objetivamente por uma saída conservadora, assim como aconteceu com a queda da União Soviética e seus satélites, para usar o exemplo tão caro a alguns companheiros. Como chamar isso de revolução?
 
O tema da Criméia, do referendo que anexou o território à Rússia e as ameaças dos EUA e da UE tornou o cenário ainda mais delicado. Estes, porém, não são temas para esta reflexão. Por ora, devemos atentar para o limite das teses que afirmam que o lócus da revolução mundial são as praças, ou que traçam uma linearidade entre os eventos no Egito e na Ucrânia, tentando encaixar a realidade em esquemas pré-determinados e incapazes de explicar a complexidade de determinados fenômenos. Afinal, insistir nessa opção, além de limitar a crítica, soa sempre um pouco ridículo.
 
Juliano Medeiros é Historiador e Secretário Nacional de Comunicação do PSOL

terça-feira, 25 de março de 2014

Conheça o PP - Partido de Liu Andrade e do Vereador Bruno...

Conheça o PP - Partido da Prefeita da Cidade de Aurelino Leal, Liu Andrade, a mesma que aumentou o seu salário em 30% e quer dá calote nos funcionários públicos e do Vereador Bruno, aquele lá...sim, aquele lá...tão lembrado dele? Aquele lá rapaz!. Sim, é esse mesmo...


            Saudações Internacionalistas e Libertárias


                    Ronaldo Santos...


                 Secretário Geral do PSOL Bahia

             Membro da Direção Nacional do PSOL

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quarta-feira, 19 de março de 2014

Executiva do PSOL convoca Convenção Nacional para 21 e 22 de junho


Foto: PSOL-SP
A Executiva Nacional do PSOL divulga nesta quarta-feira (19) o edital de convocação da Convenção Nacional do partido, que será nos dias 21 e 22 de junho, em Brasília. Pelo edital, a convenção terá o objetivo de aprovar o programa eleitoral do PSOL para as eleições de 2014; aprovar as alianças nacional e homologar as alianças estaduais para o pleito de 2014; homologar a candidatura de Randolfe Rodrigues a Presidência da República, conforme deliberação do IV Congresso Nacional do Partido; deliberar sobre as candidaturas do partido à Vice-Presidência da República, assim como homologar as candidaturas a governadores, vice-governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

Leia abaixo a íntegra do edital.


Edital d
convocação da Convenção Nacional do Partido Socialismo e Liberdade

Considerando as deliberações do IV Congresso Nacional do PSOL, realizado nos dias 29 de novembro a 1º de dezembro de 2013, que aprovou a candidatura do filiado Randolfe Rodrigues como pré-candidato à Presidência da República e orientou a direção nacional a proceder conversações com o PSTU e PCB e organizar o debate acerca do programa eleitoral partidário para o pleito de 2014;

Considerando os dispositivos estatutários do partido, especialmente os artigos 45,46 e 47, que estabelecem a convocação pelo Diretório Nacional de Convenção Nacional para formalizar a nominata de candidatos majoritários e proporcionais do partido.

O Diretório Nacional resolve:

 
1. Convocar a Convenção Nacional do PSOL para os dias 21 e 22 de junho de 2014, na cidade de Brasília.

2. Estabelecer a seguinte composição da Convenção Nacional:
a.Todos os membros titulares do Diretório Nacional do PSOL, sendo que na ausência dos titulares poderão ser substituídos pelos suplentes registrados na Ata do IV Congresso Nacional; e
b. Um(a) delegado(a) eleito(a) por Estado, eleitos(as) pelas Executivas Estaduais do Partido, sendo também designados um(a) suplente em cada unidade da federação.

3. Estabelecer como pauta deliberativa da Convenção os seguintes assuntos:
a. Aprovar o Programa Eleitoral do PSOL para as eleições de 2014;
b. Aprovar as Alianças Eleitorais Nacional e homologação das alianças estaduais para o pleito de 2014;
c. Homologar a candidatura de Randolfe Rodrigues a Presidência da República, conforme deliberação do IV Congresso Nacional do Partido;
d. Deliberar sobre as candidaturas do Partido à Vice-Presidência da Nação, assim como homologar as candidaturas a Governadores, Vice-Governadores, Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais.

 
4. Até sete dias antes do início da Convenção Nacional (14 de junho), as Executivas Estaduais do Partido devem enviar a Direção Nacional:
a. Lista de candidaturas a governador, vice-governador, senador, deputados federais e estaduais;
b. Política de alianças proposta para o pleito estadual.
c. Ata da Reunião que escolheu o (a) delegado (a) e suplente para a Convenção Nacional.

5. Os casos omissos desta Convocatória serão dirimidos pela Executiva Nacional do Partido.

Executiva Nacional do PSOL

domingo, 16 de março de 2014

Nota de Repudio do PSOL Ubatã-Bahia


O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) da cidade de Ubatã, Bahia, Vem a publica externar seu repúdio ao governo municipal, que não tem nenhuma priorização na área da saúde e a população mais uma vez na nossa cidade, é jogada a sorte; Um Prefeito que tem no seu Slogan "minha cidade, meu orgulho", no dia de hoje, 16 de março de 2014, por volta das 08hs30, Paulo Lemos e a sua filha de 10 anos, Ester Souza Oliveira, sofreu um desmaio. O Pai, Paulo Lemos, imediatamente conduziu a criança até o hospital municipal de Ubatã, e chegando lá foi atendida por uma enfermeira a qual deu uma requisição para eu procurar o posto de saúde na segunda feira. Por mais absurdo que seja, num final de semana, onde toda a população encontra-se descansando, muitos que trabalham fora da cidade, passam o final de semana em casa, na cidade de Ubatã, Bahia, não há médico plantonista para atender a população. Isso é um absurdo, é um desrespeito com a população, é um descaso, é uma desimportãncia com a saúde e a vida das pessoas dessa cidade.  Um Prefeito que se dá o respeito como gestor, no mínimo deveria pedir desculpas a população e a essa família. Imagine vocês, se a criança tivesse vindo a óbito por falta de atendimento médico. É essa Ubatã, que a população tem orgulho?. Não!. O Senhor Prefeito e a sua família, seus familiares não precisam do posto médico, pois tem plano de saúde, e a população pobre?. Não foi para isso que a população escolheu um gestor. Essa forma arcaica e escravista, dependente de administrar uma cidade é velha conhecida e nós do PSOL repudiamos essa administração, repudiamos a forma que a cidade é gerida/ ingerida por esse prefeito. Essa não é a Ubatã, que respeita o seu povo, essa não é a Ubatã, que o povo pobre, humilde quer. Isso é um absurdo o que ocorreu, o que vem ocorrendo. Isso é um descaso com a população.

https://www.youtube.com/watch?v=8s1ER6eFbf8

Direção Municipal do PSOL Ubatã

16-03-2014, Ubatã, Bahia

Nota de Repudio do PSOL Ubatã-Bahia


O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) da cidade de Ubatã, Bahia, Vem a publica externar seu repúdio ao governo municipal, que não tem nenhuma priorização na área da saúde e a população mais uma vez na nossa cidade, é jogada a sorte; Um Prefeito que tem no seu Slogan "minha cidade, meu orgulho", no dia de hoje, 16 de março de 2014, por volta das 08hs30, Paulo Lemos e a sua filha de 10 anos, Ester Souza Oliveira, sofreu um desmaio. O Pai, Paulo Lemos, imediatamente conduziu a criança até o hospital municipal de Ubatã, e chegando lá foi atendida por uma enfermeira a qual deu uma requisição para eu procurar o posto de saúde na segunda feira. Por mais absurdo que seja, num final de semana, onde toda a população encontra-se descansando, muitos que trabalham fora da cidade, passam o final de semana em casa, na cidade de Ubatã, Bahia, não há médico plantonista para atender a população. Isso é um absurdo, é um desrespeito com a população, é um descaso, é uma desimportãncia com a saúde e a vida das pessoas dessa cidade.  Um Prefeito que se dá o respeito como gestor, no mínimo deveria pedir desculpas a população e a essa família. Imagine vocês, se a criança tivesse vindo a óbito por falta de atendimento médico. É essa Ubatã, que a população tem orgulho?. Não!. O Senhor Prefeito e a sua família, seus familiares não precisam do posto médico, pois tem plano de saúde, e a população pobre?. Não foi para isso que a população escolheu um gestor. Essa forma arcaica e escravista, dependente de administrar uma cidade é velha conhecida e nós do PSOL repudiamos essa administração, repudiamos a forma que a cidade é gerida/ ingerida por esse prefeito. Essa não é a Ubatã, que respeita o seu povo, essa não é a Ubatã, que o povo pobre, humilde quer. Isso é um absurdo o que ocorreu, o que vem ocorrendo. Isso é um descaso com a população.

https://www.youtube.com/watch?v=8s1ER6eFbf8

Direção Municipal do PSOL Ubatã

16-03-2014, Ubatã, Bahia